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Como ser cientista me ajudou a empreender

Como ser cientista me ajudou a empreender

 

Parecem dois universos muito distantes, a ciência e o empreendedorismo. Logo, ou você dedica uma vida à carreira acadêmica - se forma e emenda pós, mestrado, doutorado e segue a vida em projetos de pós doc – ou você faz algum outro curso, que não biologia, relacionado à tecnologia ou área de finanças e empreende. Unir as duas coisas é algo recente e disruptivo dentro das universidades.

Mas, a verdade é que a ciência e a pesquisa tem tudo a ver com o empreendedorismo. A primeira delas é: a pesquisa só faz sentido quando é direcionada para a solução de algum problema lá fora. Saber por saber não traz evolução, é a aplicação da descoberta que dá sentido a ela.

Levar essa resposta para o mundo lá fora é empreender.

Com essa ideia, pensamos que o que estava sendo desenvolvido por nós dentro da universidade precisava melhorar a vida de alguém. Colocado assim, parece simples, mas não é.

Há um universo gigantesco aqui fora para quem quer empreender. Sair da zona de conforto, da teoria dos artigos acadêmicos e levar o conhecimento à prática exige outros saberes, tão profundos quanto as teorias da biologia. Então, nos vemos em um universo desconhecido e desafiador, que não deixa de ser o que move o cientista. 

Logo, chegam as vantagens de vir do mundo acadêmico, nós estamos acostumados a seguir metodologias. O rigor das pesquisas, a necessidade de comprovação, a seriedade de prazos e o comprometimento com o resultado, faz de um cientista um empreendedor nato. Só é necessário mudar e ampliar o olhar.

Sem dúvidas, essa mudança de perspectiva é o que muda o jogo. Entender que aquilo produzido na academia tem valor de mercado, depois entender como é esse mercado, quais suas reais necessidades. Então, buscar as ferramentas certas para criar um produto ou serviço que seja a ponte do que você descobriu com o que as pessoas precisam. 

Não é uma jornada fácil, o desafio é constante e a superação precisa acontecer a cada passo. É preciso se despir de preconceitos. Ainda há lugares que torcem o nariz para a criação de empresas nessas áreas dentro das universidades, ainda há resistência para entrada de indústrias, por exemplo, desenvolvendo em conjunto com a universidade. Isso precisa acabar.

O que move a ciência são as perguntas. O que leva alguém a empreender também é.

Trabalhamos com diversas soluções de mercado através da ciência, para saber mais acesse GoGenetic.

 

Michelle Zibetti Tadra Sfeir

Co-Founder GoGenetic 

Linkedin GoGenetic

@gogenetic 

 

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