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Share your CASE 2018 - Parte II

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Neste segundo post sobre o CASE, vou compartilhar com vocês mais algumas informações sobre as palestras que eu assisti no evento sobre como algumas marcas se readaptaram a essa nova realidade digital.

Com o surgimento dos smartphones e tablets, várias empresas e meios de comunicação tiveram que se readequar a nova realidade virtual produzindo diversos tipos e formatos de conteúdo para conseguir captar a atenção do público.

O editor-chefe da Forbes Brasil, José Vicente, compartilhou em sua palestra dados interessantes sobre o que tem levado as pessoas a comprarem cada vez menos jornais e como o jornalismo pode se reinventar para reverter essa situação.

Devido a diversos fatores, entre eles o tempo que as pessoas passam na internet, que em média chega a ser mais de 9h por dia e nas redes sociais mais de 3h30 por dia, a circulação de jornais no Brasil tem sofrido uma queda de 4% ao ano. O mundo está cada vez mais conectado e digitalizado. A queda do número de vendas de jornal nas grandes capitais brasileiras também se da pelo fato das pessoas ficarem em média 2h28 por dia no trânsito nas grandes capitais.

Outro obstáculo a ser enfrentando é a questão cultural, tendo em vista que o brasileiro não tem o hábito da leitura como por exemplo os europeus.

Com a internet e a mudança de hábitos e rotinas dos brasileiros, os meios de comunicação tiveram que procurar alternativas para se manterem vivos. E qual foi a solução encontrada?

Migração digital!!!

Jornais americanos como o The New York Times possui atualmente cerca de 2,3 milhões de assinantes, The Wall Street Journal 1,3 milhões de assinantes, The Washington Post 1 milhão de assinantes e Financial Times 700 mil assinantes. Esses veículos conseguiram reverter o quadro em que se encontravam, onde havia uma queda acentuada de leitores e hoje oferecem conteúdo não só na web como também adaptaram-se ao Mobile, justamente pelo motivo das pessoas investirem tanto tempo nos smartphones.

No Brasil, os nove grandes jornais brasileiros começaram a migrar para o digital e alcançaram um crescimento de assinaturas digitais pagas de 5,8% totalizando mais de 31.700 assinantes online entre 2016 e 2017.

Mas não basta apenas migrar para o digital, como mencionado anteriormente, o brasileiro não tem a cultura da leitura, como conseguir chamar e prender a atenção do leitor?

A partir do uso de vídeos!!! Mas e a TV? Ela já não transmite informações com o audiovisual?

Pesquisas apontam que o 83% das pessoas assistem conteúdos que não estão disponíveis na TV e 56% assistem mais conteúdo da web do que da TV. Projeções levam a acreditar que em 2019 o uso de internet será maior do que o de TV no mundo inteiro. Mostrando que a ideia de migração para o digital e a produção de vídeos para informar as pessoas têm de tudo para ser uma ótima aposta. É importante ressaltar que a retenção de informação por meio de vídeos é de 95% enquanto a informação por meio da escrita é apenas de 5%.

Outra palestra super interessante foi a do Renato da Paz da Amazon Web Services ou AWS como também é chamada. A AWS é uma plataforma de serviços de computação em nuvem oferecida pela Amazon.com. Os serviços são oferecidos em diversas regiões do mundo e eles atendem empresas de diferentes portes. Entre os clientes de grande porte estão: Disney, Philips, Siemens, Expedia, Airbnb entre outros.

Em sua palestra ele fala um pouco sobre a trajetória da AWS e compartilha alguns cases da companhia fornecendo informações atuais sobre o mundo do conteúdo e como as empresas tem que se adequar aos hábitos de consumo.

O aumento de usuários globais de internet e de opções de conteúdo tem feito com que as empresas produzam conteúdo para atrair consumidores potenciais. Empresas que visam atingir pessoas do mundo inteiro, tem que pensar em como adaptar seu conteúdo para determinado público e para obter êxito com o conteúdo é fundamental ter um cuidado especial na elaboração do mesmo de acordo com cada cultura.

A Disney é um exemplo quanto ao cuidado em produzir conteúdos para diferentes públicos, existem cerca de 234 versões de cada filme.

Com o todo esse volume e aumento da criação de conteúdo, as empresas precisam de serviços como o oferecido pela AWS. Imagina como seria para armazenar todos esses dados sem a utilização das nuvens?

The Business Change
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